já soube comer que não engolindo nacos imensos sem tão-pouco os mastigar;
já soube beber que não sofregamente e de respiração suspensa;
já soube trabalhar que não em contra-relógio;
já soube amar que não da noite para o dia, no contra-senso da escassez das horas;
já soube caminhar que não correndo, e soube estacar a ver o mundo em volta;
já soube ser que não viajante eternamente errando entre paragens (ainda que apenas com o olhar).
Sem comentários:
Enviar um comentário